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Desporto e Populações Especiais

Código: 208     Sigla: 208

Ocorrência: 2020/2021 - 2S

Ativa? Sim
Curso/CE Responsável: Ciências do Desporto

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
LCD 171 Licenciatura em Ciências do Desporto (2011/2012) 2 - 4 -

Língua de trabalho

Português

Objetivos

Objetivos

A presente unidade curricular pretende:

1) Sensibilizar para a problemática das Necessidades Especiais através da experimentação de situações práticas e da análise teórica.
2) Evidenciar a relação entre a atividade física e os vários domínios (biológico/psicológico/social) da pessoa com Necessidades Especiais.
3) Dotar os estudantes de um conjunto de conhecimentos básicos nas diferentes Necessidades Especiais e nos diferentes tipos de Atividades Físicas Adaptadas.
4) Promover atividades e contactos com as várias modalidades do Desporto Adaptado.
5) Vivenciar e experimentar técnicas, táticas, acessórios e equipamento específico, utilizados no âmbito Atividade Física Adaptada

Resultados de aprendizagem e competências

Competências

No final da presente unidade curricular, os estudantes deverão ser capazes de:

1) Compreender as caraterísticas do movimento inclusivo na sociedade atual.
2) Entender os benefícios da prática de atividade física e desportiva para as populações especiais.
3) Conhecer a estrutura organizativa do Desporto Adaptado ao nível nacional e internacional.
4) Dominar os princípios teórico-práticos das diferentes Necessidades Especiais abordadas.
5) Aplicar os conhecimentos teórico-práticos das diferentes modalidades desportivas abordadas.
6) Analisar de forma crítica a prática desportiva para pessoas com Necessidades Especiais e suas implicações práticas.

Modo de trabalho

Presencial

Programa

Conteúdos Programáticos – Componente Teórica

Bloco I – Atividade Física Adaptada
1.1 - Conceitos e definições associadas à problemática das Necessidades Especiais.
1.2 - Contextualização histórica.
1.3 – O movimento inclusivo: Escola Inclusiva.
1.4 - Benefícios físicos, sociais e psicológicos da prática de atividade física adaptada.
1.5 - Evolução histórica do Desporto Adaptado.
1.6 - Estruturas e organizações nacionais e internacionais.

Bloco II – Deficiência Visual
2.1 - Definição, etiologia e classificação médica.
2.2 - Caraterização geral – plano motor/sensorial, afetivo e social.
2.3 - Implicações ao nível da prática física e desportiva.
2.4 - Orientação e mobilidade – princípios básicos.
2.5 - Desportos paralímpicos - goalball/atletismo/judo/natação/futebol.
2.6 - Classificação desportiva.

Bloco III – Deficiência Neuro-Motora (Amputação, Lesões Vértebro-Medulares, Paralisia Cerebral)
3.1 - Definição, etiologia e classificação médica.
3.2 - Caraterização geral – plano motor/sensorial, afetivo e social.
3.3 - Implicações ao nível da prática física e desportiva.
3.4 - Desportos paralímpicos – voleibol sentado/boccia/basquetebol em cadeira de rodas/outras modalidades desportivas
3.5 - Classificação desportiva.

Bloco IV – Deficiência Intelectual
5.1 - Definição, etiologia e classificação médica.
5.2 - Caraterização geral – plano motor/sensorial, afetivo e social.
5.3 - Implicações ao nível da prática física e desportiva.


Conteúdos Programáticos – Componente Prática

Nas sessões práticas procurar-se-á fazer uma breve consolidação dos aspetos teóricos abordados, tentando, sempre que possível realizar uma experimentação das diferentes ações motoras que explorem os aspetos da condição sensorial/motora em causa, designadamente através da abordagem de algumas técnicas específicas e da exploração dos aspetos técnico-táticos mais relevantes das modalidades específicas e/ou adaptadas para cada uma das situações abordadas.

Bibliografia Obrigatória

Sherrill Claudine; Adapted physical activity, recreation, and sport. ISBN: 978-0-697-29513-2
Davis Robert W.; Inclusion through sports. ISBN: 978-0-7360-3439-5
Winnick Joseph P. 340; Adapted physical education and sport. ISBN: 978-0-7360-8918-0
Mauerberg-Castro, E.; Atividade Física Adaptada. , Tecnomed Editora, 2005
Brittain Ian; The^paralympic games explained. ISBN: 978-0415476591
DePauw Karen P.; Disability and sport. ISBN: 0-87322-848-0
Thomas Nigel; Disability, sport and society. ISBN: 978-0-415-37819-2
Rouse, P.; Inclusion in Physical Education – Fitness, motor and social skills for students of all abilities. , Human Kinetics., 2009

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Nas aulas magistrais transmitem-se os conteúdos programáticos de forma essencialmente expositiva, sendo utilizados os meios audiovisuais com o objetivo de melhorar o processo de transmissão dos conteúdos teóricos. Entre esses meios será utilizado o data show, em conjugação com software de apresentação multimédia, pois esta forma de transmitir os conteúdos tem-se revelado um veículo simples e cativante.
Quando se justifica, essa forma expositiva é acompanhada de exemplos de situações e ou de estudos de caráter experimental na área em questão, sendo os resultados analisados e discutidos. Pretende-se ainda criar hábitos de uma reflexão permanente sobre os conteúdos que vão sendo transmitidos, assim como relacioná-los com os conteúdos das áreas curriculares com afinidades com a disciplina de Desporto e Populações Especiais. A partir da reflexão procura-se criar momentos de debate.

As aulas práticas procuram esclarecer alguns dos problemas levantados nas aulas teóricas, constituindo assim um modo de aprofundar essas questões.
As aulas práticas podem ser vistas como um natural prolongamento das aulas teóricas, tendo como principais objetivos uma melhor compreensão das matérias abordadas e o incentivo para a participação dos estudantes, funcionando como motores da sua própria aprendizagem. Neste sentido, são ainda utilizados outros meios didáticos para atingir tais objetivos, designadamente a discussão de textos, visionamento de filmes e ainda a vivência de situações práticas.

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Participação presencial 30,00
Teste 50,00
Trabalho escrito 20,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Estudo autónomo 40,00
Frequência das aulas 45,00
Trabalho escrito 23,00
Total: 108,00

Obtenção de frequência

Frequência obrigatória a 75% das aulas práticas (as faltas estão sujeitas às Normas Gerais de Avaliação da Faculdade)

Fórmula de cálculo da classificação final

Ponderação na Nota Final:
Componente Teórica – 50%
Componente Prática – 50%

Componente Teórica: Teste Teórico (TT) (50%)
Componente Prática: Trabalho de Grupo – pares/individual (TG) (20%) e Avaliação Contínua (AC) (30%)*1.
*1 Assiduidade, pontualidade, participação e empenhamento nas atividades das aulas.

Critérios de Avaliação:
Teste Teórico (TT)
- 50% da nota final;
- Nota mínima: 9,5 valores;
- A realização do teste será durante o período de aulas, próximo do final do semestre (data a combinar com os alunos);
- Estrutura do teste: perguntas de escolha múltipla, verdadeiro e falso, perguntas de resposta curta e objetiva, perguntas de desenvolvimento;

Trabalho de Grupo (TG)
- 20% da nota final;
- Nota mínima: 9,5 valores;
- Entrega em data a combinar com os alunos;
- Temáticas e estrutura do trabalho: conjunto de propostas de trabalho definidas e apresentadas pelos docentes que serão escolhidas pelos estudantes;
- A apresentação escrita e oral do trabalho decorrerá de acordo com as normas de elaboração e avaliação definidas pelos docentes e apresentadas aos estudantes.

Avaliação Contínua (AC)
- AC corresponde a 30% da Nota Final;
- Frequência mínima de 75% de aulas práticas lecionadas;
- Pontualidade;
- Demonstrar interesse e empenhamento nas aulas, participando de forma ativa nas atividades propostas;
- Comportamento e linguagem adequado, seguindo os princípios do respeito e da cordialidade.

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Insere-se nas Normas Gerais de Avaliação da Faculdade.

Melhoria de classificação

Insere-se nas Normas Gerais de Avaliação da Faculdade.
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