Estética do Desporto
Ocorrência: 2008/2009 - 2S
Ciclos de Estudo/Cursos
Língua de trabalho
Português
Objetivos
A matriz desta disciplina situa-se na focalização do Desporto enquanto objecto estético. estabelecendo-se os seguintes objectivos:
- Conhecer as grandes questões tratadas pela Estética do Desporto;
- Compreender a importância do corpo desportivo e do movimento enquanto dimensões fundamentais da Estética do Desporto;
- Despertar e desenvolver uma atitude estética que viabilize aproximações distintas à polissemia das imagens desportivas;
- Identificar e compreender a presença do Desporto na Arte.
Programa
1. A reflexão em torno da Estética do Desporto
1.1. A Estética como olhar crítico sobre o Desporto
1.2. As diferentes correntes de pensamento
1.3. A O esvaziamento da querela acerca da relação Desporto-Arte
1.4. O belo, o feio e o sublime no Desporto
1.4.1. Alusão a Kant, Hegel e Rosenkranz
1.5. A experiência estética
1.5.1. Do observador de Desporto
1.5.2. Do praticante desportivo
1.6. Regra e liberdade no Desporto – consequências para a Estética do Desporto
1.6.1. A Estética dos desportos emergentes
2. O Corpo Desportivo e a Estética
2.1. Corpo da competição
2.2. Corpo da recreação
2.3. Corpo deficiente
2.4. Corpo envelhecido
3. Desporto Paralímpico e Estética
3.1. Valor estético do Desporto Paralímpico
3.2. Categoria estéticas que permitem explicar o valor estético do Desporto Paralímpico
4. Desporto para Seniores e Estética
4.1. Valor estético do Desporto para Seniores
4.2. Categoria estéticas que permitem explicar o valor estético do Desporto para Seniores
5. Desporto e imagem
6.1. A comunicação visual desportiva
6.2. A cultura visual desportiva
6.3. A publicidade
6. O Desporto na Arte
7.1. O Museu de Desporto
7.2. Arquitectura desportiva (formal e informal)
7.3. Desporto e Artes Gráficas
7.4. Desporto e Cinema
7.4. Moda desportiva
7.5. Desporto e Pintura
7.6. Desporto e Dança
7.7. Desporto e Escultura
7.7. Desporto e Música
7.8. Desporto e Literatura
Métodos de ensino e atividades de aprendizagem
Colocando a ênfase no papel do aluno enquanto protagonista do processo ensino-aprendizagem, procurar-se-á desenvolver nos estudantes a necessidade de pesquisa e reflexão crítica sobre os temas tratados. As aulas revestirão um carácter teórico-prático e os conteúdos serão transmitidos de forma diferenciada de acordo com a sua natureza e especificidade, passando pelas formas expositiva, seminário, apresentação de temas, debates e trabalhos de grupo.
Relativamente aos meios, será privilegiado o recurso às novas tecnologias da informação e da comunicação, não desprezando contudo os recursos tradicionais áudio, vídeo, fotografia, bem como os impressos (livros e periódicos).
Tipo de avaliação
Avaliação distribuída sem exame final
Obtenção de frequência
Participação activa nas aulas e realização com aproveitamento das tarefas que forem atribuídas aos estudantes.
Fórmula de cálculo da classificação final
Média aritmética das tarefas realizadas nas aulas (50%) e do trabalho final (50%).
Avaliação especial (TE, DA, ...)
Remete-se para as Normas Gerais de Avaliação.