Durante quase meio século, a Universidade do Porto teve as suas instalações implantadas em pleno centro histórico da cidade. Este enquadramento urbanístico, verdadeiro obstáculo a qualquer tentativa de expansão territorial, condicionou a procura de espaços alternativos, ajustados às crescentes necessidades de ampliação e construção de novos edifícios que se fizeram sentir particularmente durante o último quarto do século XX.
Depois de uma tentativa gorada de construção de uma Cidade Universitária nas imediações do Hospital de S. João, foi-se assistindo, de forma progressiva, à multiplicação de equipamentos universitários nas zonas do Campo Alegre e da Asprela, as quais correspondem hoje aos Pólos 3 e 2 da Universidade do Porto, respetivamente.