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Planeamento e Governança Territorial

Código: MRCOT024     Sigla: PGT

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Geografia Física

Ocorrência: 2025/2026 - 1S Ícone do Moodle

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Departamento de Geografia
Curso/CE Responsável: Mestrado em Riscos, Cidades e Ordenamento do Território

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
MFPE 1 Plano Oficial em vigor 1 - 6 41 162
MRCOT 12 MRCOT - Plano de Estudos 1 - 6 41 162

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
Teresa Maria Vieira de Sá Marques Regente

Docência - Horas

Teorico-Prática: 2,00
Orientação Tutorial: 1,00
Tipo Docente Turmas Horas
Teorico-Prática Totais 1 2,00
Pedro Miguel Magalhaes Nunes Chamusca 1,00
Teresa Maria Vieira de Sá Marques 1,00
Orientação Tutorial Totais 1 1,00
Pedro Miguel Magalhaes Nunes Chamusca 1,00

Língua de trabalho

Português - Suitable for English-speaking students

Objetivos

Os objetivos de aprendizagem são os seguintes:
1. Compreender e explicar a evolução das teorias e dos processos de planeamento.

2. Compreender e explicar a evolução dos modelos de governança e os processos de participação.

3. Compreender e aplicar conceitos e práticas vigentes no planeamento, relacionando contextos urbanos, governança e intervenção urbana.
4. Adquirir e aplicar metodologias de monitorização e avaliação urbana.

5. Adquirir e desenvolver competências de ação e comunicação.

Resultados de aprendizagem e competências

A opção metodológica centrada na exploração, debate e descoberta permite desenvolver a aprendizagem das teorias e conceitos dominantes no Planeamento, Governança e qualidade urbana das Cidades (objetivo 1, 2 e 3). A disponibilização antecipada aos estudantes de bibliografia e o incitamento à sua leitura e análise prévia favorece a aprendizagem e a construção de aulas participadas. Para alguns debates convidam-se especialistas externos (sobretudo o objetivo 4). Esta estratégia metodológica tem a virtude de estimular a participação e o debate nas aulas (objetivo 5). A realização de uma saída de estudo (um dia, a diferentes contextos urbanos) concorre para a concretização da generalidade dos objetivos definidos e, gera competências de leitura e análise do território, de identificação de prioridades estratégicas e de operacionalização de uma possível intervenção (todos os objetivos).

Por outro lado, com a aplicação de métodos ativos procura-se reforçar, simultaneamente, as competências de compreensão conceptual e de aplicação e comunicação (objetivos 4 e 5). Um estudo de caso (uma pesquisa documental sobre uma cidade localizada fora da região, nacional ou internacional) e um trabalho em grupo (realizado sobre uma cidade da região) são realizados em trabalho de pares, visando o desenvolvimento de várias competências, nomeadamente de trabalho em equipa.

Com os dois estudos de caso pretende-se analisar diferentes situações, comunicar e debater ideias, gerando competências de levantamento de informação, cartografia, interpretação, discussão e comunicação que permitam aprofundar a aprendizagem (objetivo 4 e 5, sobretudo). A escolha de um caso internacional é intencional, permitindo análises comparativas entre diferentes contextos territoriais, com recursos e problemas diferenciados (objetivo 2), com práticas de planeamento e de governança muito heterogéneas (objetivo 1 e 3). Por outro lado, ao promover o contacto com este tipo de documentos estratégicos de desenvolvimento urbano, aprofundam-se conhecimentos. A apresentação dos trabalhos aos pares contribui ainda para gerar competências de partilha e de comunicação oral (objetivo 5).

O trabalho de grupo em torno do desenvolvimento de um estudo de caso local visa o desenvolvimento de competências de análise urbana, a partir da exploração de fontes diretas e indiretas de informação, da organização e tratamento estatístico e cartográfico dos dados e da aplicação e operacionalização dos conhecimentos (todos os objetivos). A elaboração do relatório final contribui para o desenvolvimento de competências de comunicação escrita (objetivo 5).
O teste individual e a participação nas atividades letivas tem também uma forte componente na avaliação. O teste irá avaliar a capacidade de reflexão e sistematização dos conhecimentos adquiridos ao longo do semestre (objetivo 5). Na componente de participação, será avaliado a participação nas aulas e no trabalho em grupo.

Modo de trabalho

Presencial

Programa

1.TEORIA DO PLANEAMENTO
1.1 Planeamento da Escola de Chicago
1.2 Planeamento enquanto processo racional
1.3 Planeamento, pragmatismo e teoria social
1.4 Planeamento colaborativo e participativo

2. GOVERNANÇA TERRITORIAL
2.1 Metodologias de participação
2.2 Governança urbana e territorial
3. SISTEMAS DE MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO
3.1 Teoria da Mudança e Quadro Lógico da Intervenção
3.2 Monitorizar o processo de intervenção
3.3 Avaliar o processo de intervenção
4. APLICAÇÃO PRÁTICA: DESENVIMENTO DE UM PROJETO

Bibliografia Obrigatória

Marques, Teresa Sá; Planos regionais de ordenamento do território
Ferrão, João; Ordenamento do Território Como Política Pública, Fundação Gulbenkian, 2011. ISBN: 9789723114157
Davoudi, Simin; Planning, governance and spatial strategy in Britain : an institutionalist analysis, Basingstoke [etc.] : Macmillan [etc.], 2000
Heale, Patsy ; Urban Complexity and Spatial Strategies: , The RTP, 2008
Faludi, Andreas ; The poverty of territorialism: neo-medieval view of Europe and European planning, Edward Elgar, UK, 2018
Davoudi, Simin; ; Planning as practice of knowing. Planning Theory, , DOI: 10.1177/1473095215575919, 2015 (14(3), 316-331)

Observações Bibliográficas

Durante as aulas poderá ser dada indicação de mais bibliografia.

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

As aulas desenvolvem-se integrando metodologias de ensino/aprendizagem pela exploração, debate e descoberta (1) com métodos ativos (2).

1) Exploração, debate e descoberta - para estimular um papel ativo dos estudantes, todas as semanas os estudantes são incentivados à leitura de bibliografia específica, a partir da qual se estimula a aprendizagem. O debate na aula é intercalado com momentos de exposição, estimulando o diálogo vertical e horizontal.

2) Métodos ativos -  é composto por duas componentes:
a) o desenvolvimento de um trabalho de grupo à escala urbana, implicando a recolha e tratamento de informação, o desenvolvimento de um diagnóstico, de uma estratégia e de um plano de ação e ainda de um modelo de governação.O estudante deve redigir e apresentar um relatório.
b)  pesquisa, apresentação e discussão de um estudo de caso nacional ou internacional.

Os estudantes devem escrever e apresentar o trabalho desenvolvido (50% da avaliação).
Em termos de avaliação, é ainda contabilizado um teste  (50%).  

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Exame 50,00
Trabalho escrito 50,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Estudo autónomo 64,00
Frequência das aulas 41,00
Trabalho de investigação 57,00
Total: 162,00

Obtenção de frequência

Presença a 75% das aulas. Para todos, trabalhadores-estudantes ou não, ausência a mais de 25% das aulas por motivos de saúde, trabalho ou outros, pode ser compensada com uma pergunta extra no exame final. A falta de participação no trabalho colectivo ou na sua apresentação, pode ser substituida por pergunta extra no exame ou por prova oral (a definir pelo docente).

Fórmula de cálculo da classificação final

1. Em termos de avaliação coletiva: redigir e apresentar um relatório (50% da avaliação).
2. Em termos de avaliação individual, é contabilizado  um teste (50%).

Cada componente tem de ter no mínimo 7,5 valores.

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Os estudantes devem fazer:

1) um trabalho prático (50% da avaliação). Este trabalho deve ser desenvolvido com acompanhamento do corpo docente.

2) Será realizada um teste escrito (50% da avaliação).

A ausência a mais de 25%, pode ser compensada com uma pergunta extra no exame final. A falta de participação no trabalho colectivo e na sua apresentação, pode ser substituida por pergunta extra no exame ou por prova oral (a definir pelo docente).

Melhoria de classificação

Só o teste pode ser objecto de de melhoria.
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