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Análise de Sistemas de Informação II

Código: CINF002     Sigla: ASI2

Ocorrência: 2013/2014 - 1S (de 09-09-2013 a 18-12-2013) Ícone do Moodle

Ativa? Sim
Página e-learning: https://moodle.fe.up.pt/
Unidade Responsável: Departamento de Engenharia Informática
Curso/CE Responsável: Licenciatura em Ciência da Informação

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
CINF 39 Plano Oficial a partir de 2008/2009 3 - 6 -

Língua de trabalho

Português - Suitable for English-speaking students

Objetivos

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Objectivos
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Os objectivos desta unidade curricular são proporcionar aos alunos conhecimento e competências sobre processos, técnicas e modelos da engenharia de requisitos, incluindo ferramentas de análise organizacional no contexto da análise de sistemas de informação. Pretende-se que dada uma situação de potencial introdução ou desenvolvimento de um sistema de informação numa organização, o estudante seja capaz de participar e/ou conduzir um processo de análise que leve à definição dos requisitos técnicos e organizacionais detalhados desse sistema.

Resultados de aprendizagem e competências

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Competências 
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Pretende-se habilitar os alunos com:

- competências técnicas para analisar processos organizacionais e identificar, analisar e especificar requisitos de sistemas de informação;

- competências sociais para participarem em equipas de projecto envolvidas no desenvolvimento de sistemas de informação nas organizações.

Pretende-se ainda que os alunos adquiram uma atitude sócio-técnica relativa ao desenvolvimento de sistemas de informação nas organizações, isto é, que encarem as actividades de desenvolvimento como requerendo sempre uma intervenção equilibrada e integrada em termos técnicos, organizacionais e sociais.

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Resultados de aprendizagem 
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Sendo aprovados à UC, os estudantes serão capazes de:

  1. explicar e saber discutir a importância da análise organizacional na implementação e gestão de SI numa organização;
  2. selecionar e usar técnicas de modelação da organização para representação e análise das várias perspetivas envolvidas na especificação e gestão de SI nas organizações:
  3. explicar e saber discutir a importância do processo de engenharia de requisitos e dos papéis dos seus atores no sucesso de um sistema de informação;
  4. descrever, selecionar e aplicar técnicas de elicitação de requisitos de acordo com o contexto do problema a solucionar;
  5. descrever, selecionar e aplicar modelos e técnicas para representação de requisitos;
  6. descrever, selecionar e aplicar métodos e técnicas de análise e negociação de requisitos;
  7. estruturar e escrever um documento de requisitos;
  8. descrever, selecionar e aplicar técnicas de validação de requisitos
  9. discutir a problemática da gestão de requisitos e descrever as técnicas e tecnologias existentes para o efeito; 

 

Modo de trabalho

Presencial

Programa

Parte A - Modelação da organização e sistemas de informação

1. Modelação conceptual com a Unified Modelling Language
1.1 Modelos conceptuais; representação da estrutura e comportamento.
1.2 Diagramas de classes, actividades e casos de uso.

2. Modelação organizacional segundo uma perspectiva de processos de negócio
2.1 Modelação da organização. Vistas na modelação da organização. Modelação de processos de negócio.
2.2 Extensões da UML para representação de processos organizacionais.
2.3 Vistas organizacionais e sua modelação
Vista de Estratégia. Vista de Processos. Vista de Estrutura. Vista de Comportamento.
2.4 Outras linguagens de modelação de processos.

Parte B - Elaboração e especificação de requisitos de sistemas de informação

3. Introdução aos requisitos de sistemas de informação
3.1 Requisitos
Noção e importância dos requisitos de um sistema . O papel da análise e especificação de um sistema. Domínios de aplicação, aspectos interdisciplinares da análise e especificação de requisitos.
3.2 O processo de Engenharia de Requisitos (ER)
Aspectos organizacionais, modelos de processo de ER, actores do processo, suporte e gestão de processo, qualidade e melhoria de processo.

4. Identificação, análise e negociação de requisitos.
4.1 Técnicas genéricas para identificação, descoberta e refinamento de requisitos de requisitos: análise de problemas; modelação da organização e do negócio; brainstorming; inquéritos; entrevistas;
4.2 Técnicas específicas para identificação, descoberta e refinamento de requisitos de requisitos: workshops de requisitos; cenários e storyboarding; prototipagem; observação e análise social (métodos etnográficos).
4.3 Análise de requisitos: checklists, de análise; matrizes de interacção ou dependência; riscos e prioridades dos requisitos; classificação dos requisitos; desenho de arquitecturas e divisão dos requisitos; verificação de consistência, métricas.
4.4 Negociação de requisitos: conflito e negociação; pontos de vista;

5. Documentação e comunicação de requisitos
5.1. Representações de requisitos: critérios; representações e requisitos de informação; meios de representação; selecção de representações; paradigmas representacionais; qualidade das representações;
5.2. Descrições textuais de requisitos: estruturas de documentos de requisitos; o documento de visão; a norma IEEE 830-1998; formas de discurso na descrição de requisitos;

5.3. Representação de requisitos através de casos de uso: passos na construção de um modelo de casos de uso; extensão e inclusão de casos de uso; integração de casos de uso nas técnicas de identificação de requisitos; integração de modelos de caos de uso em documentos de requisitos; utilização de outros diagramas da UML na representação de requisitos - diagramas de classes, actividades;

Bibliografia Obrigatória

Klaus Pohl; Requirements engineering. ISBN: 978-3-642-12577-5
Eriksson, Hans-Erik; Business modeling with UML. ISBN: 0-471-29551-5
Howard Podeswa; UML for the IT business analyst. ISBN: 1-59200-912-3

Bibliografia Complementar

Fowler, Martin; UML Distilled. ISBN: 0-201-32563-2
Gerald Kotonya, Ian Sommerville; Requirements engineering. ISBN: 0-471-97208-8

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

As aulas teóricas centram-se na discussão dos temas incluídos no conteúdo da UC pelos estudantes, motivada e dinamizada pelo docente. Para isso os estudantes realizam leituras prévias, constantes do plano da UC. A discussão dos temas é motivada por casos de estudo, exemplos ilustrativos, exemplos de tecnologias, etc.

Durante o semestre os estudantes realizam 3 ou 4 pequenos projetos de grupo onde aplicam os conhecimentos obtidos em situações concretas. Os conteúdos criados pelos grupos são geridos por estes num sistema de gestão de conteúdos (wiki) fazendo esta prática parte da aprendizagem. Em cada aula prática é feita a apresentação e discussão de resultados dos projectos de grupo.

 

A UC é gerida através do moodle.

 

Avaliação distribuída com exame final. Componentes de avaliação:

Exame: 50%

Projectos de grupo: 40%

Comentários no moodle, participação nas aulas: 10%

Software





cmaptools

Tipo de avaliação

Avaliação distribuída com exame final

Componentes de Avaliação

Designação Peso (%)
Exame 50,00
Participação presencial 10,00
Trabalho escrito 40,00
Total: 100,00

Componentes de Ocupação

Designação Tempo (Horas)
Elaboração de projeto 80,00
Estudo autónomo 30,00
Frequência das aulas 52,00
Total: 162,00

Obtenção de frequência

1. Realização de três trabalhos de grupo, com nota final global igual ou superior a 40%.
2. Realização de um miniteste com nota mínima de 40%.
3. Realização do exame final com nota mínima de 40%.

Falhar em qualquer uma das condições anteriores implica repetir a unidade curricular na edição seguinte.
Estas condições são aplicáveis a estudantes ordinários e especiais (TEs, etc.)

Fórmula de cálculo da classificação final

0,4P+0,1MT+0,5EF

P - projetos 
EF - nota do exame
PA - comentários no moodle, participação nas aulas

Avaliação especial (TE, DA, ...)

Aplica-se o regulamento em vigor para estes casos, sublinhando que não há lugar a avaliação em momento único (trabalhos especiais).

Melhoria de classificação

A componente prática não é passível de avaliação em momento único. Isto significa que todos os estudantes, inclusive aqueles com estatuto especial (TEs, etc.) devem realizar os trabalhos definidos ao longo do semestre. Se isto não acontecer não terão frequência à unidade curricular.
A melhoria dos trabalhos realizados será apenas possível até ao fim das aulas.

Observações

Os alunos poderão consultar o docente no gabinete 1.12 do INESC Porto às segundas-feira entre as 14:00 e as 16:00, ou por marcação através do email do docente.

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