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Microbiologia Ambiental

Código: AMB231     Sigla: AMB231

Áreas Científicas
Classificação Área Científica
OFICIAL Ambiente

Ocorrência: 2012/2013 - 1S

Ativa? Sim
Unidade Responsável: Departamento de Biologia

Ciclos de Estudo/Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos UCN Créditos ECTS Horas de Contacto Horas Totais
L:B 31 Plano de estudos a partir de 2008 3 - 5 42 135
L:CTA 59 Plano de Estudos a partir de 2008 2 - 5 42 135

Docência - Responsabilidades

Docente Responsabilidade
João Paulo de Sousa Cabral Regente

Docência - Horas

Teórica: 1,70
Práticas: 1,30
Tipo Docente Turmas Horas
Teórica Totais 1 1,70
João Paulo de Sousa Cabral 1,70
Práticas Totais 5 6,50
João Paulo de Sousa Cabral 6,50

Língua de trabalho

Português

Objetivos

Abordar alguns tópicos fundamentais da Microbiologia Ambiental. Executar e discutir trabalhos práticos na área da Microbiologia Ambiental. No final da disciplina, os alunos com aproveitamento deverão possuir noções fundamentais sobre a Microbiologia Ambiental e saber executar experiências básicas nesta área.

Resultados de aprendizagem e competências

Os conteúdos programáticos foram desenhados de modo a cumprirem os objectivos acima enunciados e a desenvolverem as competências designadas.

Estes conteúdos programáticos visam a aquisição de conhecimentos básicos sobre o comportamento dos microrganismos no ambiente.

Modo de trabalho

Presencial

Pré-requisitos (conhecimentos prévios) e co-requisitos (conhecimentos simultâneos)

Não tem.

Programa

Programa teórico

Microbiologia geral. Características gerais das bactérias. Eubactérias e arqueobactérias. A estrutura da célula bacteriana.

Microbiologia do solo. O ciclo do carbono e do azoto no solo. As micorrizas. Os actinomicetos.

Microbiologia da água. Toxinas bacterianas e sua importância na infecção no homem. A tríade epidemiológica. História natural de uma doença. A cadeia de infecção. O impacto dos patogénicos entéricos e da mal-nutrição na esperança de vida nas sociedades modernas. As principais doenças bacterianas transmitidas pela água. A cólera. As salmoneloses. A disenteria bacilar ou shigelose. Ecologia dos agentes causais. As bactérias indicadoras de poluição fecal – técnicas de detecção e seus princípios. A legislação sobre a qualidade microbiológica da água em Portugal. A qualidade microbiológica da água para consumo humano em Portugal. A qualidade microbiológica da água das piscinas para uso público.

Microbiologia das atmosferas. As doenças bacterianas transmitidas pela atmosfera. A peste. O carbúnculo. A legionelose. A doença de Lyme. A aspergilose. Ecologia dos agentes causais. Os fungos das atmosferas. Os fungos como indicadores da qualidade do ar interior. Produção de compostos orgânicos voláteis, micotoxinas e fragmentos. A síndroma dos edifícios doentes. Métodos da análise microbiológica das atmosferas.

Microbiologia dos ambientes extremos. Microrganismos halofílicos. Microrganismos xerofílicos. Microrganismos psicrofílicos e termofílicos. Habitats e adaptações fisiológicas e estruturais.

Microbiologia dos ambientes poluídos. Microbiologia do petróleo. Os micróbios como agentes de despoluição. Grandes desastres ecológicos. O grande derrame de petróleo no golfo do México em 2010. Microbiologia dos organoclorados. As dioxinas e o DDT. A presença de organoclorados em populações indígenas do Ártico Canadiano.

Microbiologia dos metais. A toxicidade relativa dos metais. A indispensabilidade dos metais. Mecanismos moleculares de toxicidade. Microbiologia do arsénio e mercúrio. Mecanismos de toxicidade e de resistência. Contaminação ambiental, desastres ecológicos e suas consequências.

Microbiologia aeroespacial. Análise microbiológica e bioquímica do solo da Lua. Análise do solo de Marte. Análise de meteoritos marcianos. As bactérias magnetotáticas. O solo do deserto de Atacama - um modelo para o solo marciano? Explorações para Marte posteriores às Viking. Panspermia?

Guerra microbiológica. O que é a guerra microbiológica? Marcos históricos e exemplos recentes. «Chuva Amarela» («Yellow Rain»). O «mistério» de Sverdlovsk. BOTOX, uma nova arma microbiológica? Sistemas de alerta e de prevenção.

 

Programa prático

ESTRUTURA DA CÉLULA BACTERIANA. Observação de diversos tipos morfológicos e estruturas celulares.

MICROBIOLOGIA DA ÁGUA. As bactérias indicadoras da qualidade microbiológica da água. Níveis de coliformes fecais e estreptococos fecais e enterococos, no estuário do rio Douro.

MICROBIOLOGIA DAS ÁGUAS MINERAIS NATURAIS. Determinação de bactérias heterotróficas totais cultiváveis. Pesquisa de coliformes.

MICROBIOLOGIA DO AR. Populações de esporos de fungos em atmosferas interiores. Análise quantitativa e qualitativa. O Decreto-Lei 79/2006 e a qualidade das atmosferas interiores em edifícios de ar climatizado.

Bibliografia sumária: ATLAS, R. M. 1997. PRINCIPLES OF MICROBIOLOGY. Wm. C. Brown Publishers; 2.ª edição; Dubuque. BROCK, T. D. & MADIGAN, M. T. 1988. BIOLOGY OF MICROORGANISMS. Prentice-Hall; Englewood Cliffs, New Jersey; 834 pg. GREENBERG, A. E., CLESCERI, L. S., EATON, A. D. & FRANSON, M. A. H. editores 1992. STANDARD METHODS FOR THE EXAMINATION OF WATER AND WASTEWATER. American Public Health Association; Washington. HURST, C. J., KNUDSEN, G. R., McINERNEY, M. J., STETZENBACH, L. D. & WALTER, M. V. editores 1997. MANUAL OF ENVIRONMENTAL MICROBIOLOGY. American Society of Microbiology Press; Washington; 894 pg.

Bibliografia Obrigatória

HURST, C. J., KNUDSEN, G. R., McINERNEY, M. J., STETZENBACH, L. D. & WALTER, M. V. editores ; MANUAL OF ENVIRONMENTAL MICROBIOLOGY, American Society of Microbiology Press, 1997

Métodos de ensino e atividades de aprendizagem

Nas aulas teóricas faz-se uma exposição da matéria, sempre que possível de forma interactiva com os alunos. Nas aulas práticas, são realizadas, pelos próprios alunos, experiências representativas da temática da disciplina. Os resultados são discutidos no fim de cada experiência. Os alunos têm à sua disposição um guia dos trabalhos práticos, com a descrição de todas as experiências, e bibliografia fundamental de apoio às experiências. No sistema SIGARRA disponibilizam-se elementos complementares para o estudo das matérias das aulas teóricas e práticas.

Tipo de avaliação

Avaliação por exame final

Componentes de Avaliação

Descrição Tipo Tempo (Horas) Peso (%) Data Conclusão
Exame final Exame 2,00 100,00
Participação presencial (estimativa) Participação presencial 39,00
Total: - 100,00

Obtenção de frequência

Para os alunos que frequentam a disciplina pela primeira vez, têm de assistir a pelo menos 3/4 das aulas práticas dadas. Os alunos repetentes, que já frequentaram as aulas práticas sem exceder o número máximo de faltas, estão dispensados de as frequentar. Não existe obrigatoriedade de assistência às aulas teóricas.

Fórmula de cálculo da classificação final

Corresponde à do exame final escrito, que tem uma duração de 1,5 – 2 horas. Não existem exames orais. Para os alunos que frequentam a disciplina pela primeira vez, o exame incide sobre a matéria leccionada nas aulas teóricas e nas aulas práticas. A cotação das perguntas sobre as aulas teóricas é de cerca de 2/3 do total. Para os alunos repetentes, o exame incide só sobre a matéria leccionada nas aulas teóricas do presente ano lectivo. Material bibliográfico de apoio às aulas é disponibilizado no sistema SIGARRA, anexo a cada aula teórica e prática.

Provas e trabalhos especiais

Não tem.

Trabalho de estágio/projeto

Não tem.

Melhoria de classificação

A melhoria da classificação do exame final processa-se de acordo com o regulamento.

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